3.b.3. Constantes físicas fundamentais

Conforme antecipado na seção anterior sobre o Adivinha da Gravidade, vamos dar uma olhada em uma descrição analítica relacionada às constantes fundamentais.

Para simplificar a exposição, ela é dividida nas seguintes fórmulas onde aparece a constante de Gravitação Universal G:

  1. O Adivinha da Gravidade e suas unidades.

    A constante física G está presente no experimento GigaChron o Adivinha da Gravidade junto com Rydberg, Planck e constantes de velocidade da luz.

    Resposta ao enigma da gravidade

    g = c² * h * R / G = 9,79383

    Determine a gravidade na superfície da Terra (variável auto-convidada) a partir das seguintes constantes físicas:

    • c = velocidade da luz = 2,99792458 * 108 (m/s)

    • h = constante de Planck = 6,6260693 * 10-34 ( J s)

      • Que vem da equação de Planck: E = h f
        Onde E é a energia ef a frequência ou inverso do comprimento de onda em relação à sua velocidade.

    • RH = constante de Rydberg = 2π² me Z² e4 / h³c= 1,0976776534 * 107 (1/m)

      • Onde:
        π é o número Pi
        me: massa do elétron
        Z: número atômico
        e: carga do elétron
        h: constante de Planck
        c: velocidade da luz

    • G = Constante de Gravitação Universal = 6,67266 * 10-11 (m² N / kg²)

      • Vamos lembrar que a fórmula da gravidade g é tradicionalmente definida por:

        g = G M / r² = 9,79838 (m/s²)

      • Quando:
        M = massa da Terra = 5,9737 * 1024 (kg)
        r = raio da Terra = 6,37814 * 106 (m)

        Observe que o valor de g na superfície da Terra muda de 9,78049 para 0º no Equador para 9,83327 para 90º no Pólo.

    A relação quantitativa entre constantes físicas e a variável g é uma questão relevante porque, além do problema das unidades, o valor das constantes físicas mencionadas não pode ser essa constante. Dos dois componentes na igualdade do enigma, um deles é formado exclusivamente por constantes físicas, enquanto o outro componente, o resultado da operação ou equivalência, é uma quantidade decididamente variável que depende por sua vez de duas outras variáveis ​​(M e r) que nada têm a ver, em princípio, com as constantes indicadas.

    Bem, bem pensado, para humanos M e r podem ser considerados um tanto fixos ou constantes pelo menos até a era espacial da segunda metade do século passado; justamente quando a relatividade geral recebeu um forte impulso. Quase 50 anos depois de ter sido formalizado matematicamente.

    Dado que g na superfície da Lua é um sexto da gravidade da Terra, uma ou mais das quatro constantes físicas envolvidas, c, h, R e G, não são tão constantes quanto parecem.

  2. A relação da massa e carga do elétron com a massa e o raio da Terra.

    A constante G aparece na Lei da Gravitação Universal de Isaac Newton, onde a aceleração da gravidade ou força por unidade de massa é:

    g = G M / r² = 9,79838 (m/s²)

    Equacionando a fórmula da Lei da Gravitação Universal com a do Enigma da Gravidade [1], obteremos:

    [2]     G M / r² = c² * h * R * N / G

    Resolvendo para a constante R de Rydberg teremos:

    R = (G²/ c²) (1/N h ) M / r²

    Ou seja, a constante de Rydberg R depende tanto da constante gravitacional G, da velocidade da luz c da constante de Planck h da massa da Terra M que gera o campo gravitacional e da referência espacial específica r. Além disso, a constante de Rydberg R depende, entre outras coisas, da massa e da carga do elétron, as complexas relações entre as duas formas de determiná-lo podem ser estudadas.

    Essa análise poderia ajudar a entender os ajustes nas dimensões dessa constante física e talvez mais alguns, que compõem a variável artificial N. Além disso, poderia explicar parte dos efeitos da gravidade sem a necessidade de relativizar o tempo como faz a Teoria da Relatividade Geral.

  3. Congruência com a Equação do Amor.

    A Equação do Amor, apesar de seu nome e de sua origem filosófica, tem uma natureza metafísico-científica mista, uma vez que aparece na equação da gravidade de Newton ao substituir seu valor por massa na equação de Einstein, E = m c² -original de Olinto de Pretto.

    g = G M / r²

    E = m c² ==> M=E/ c²

    g = E G/r² c² = E G (t² / e4)

    gravidade = Energia * Amor

    Equação do Amor
    Equação do amor

    Voltando ao Enigma da Gravidade [1], pode-se ver que do lado direito podemos fazer dois grupos com as constantes físicas, o primeiro deles formado por c h R, cujas dimensões são as de energia e, o segundo, por N c/G com as dimensões correspondentes à Equação do Amor.

    Em outras palavras, o enigma da gravidade dá origem às mesmas igualdades conceituais discutidas quando se fala da gravidade como uma relação entre energia e amor.

    gravidade = Energia * Amor
    g = c h R * N c/G

    m/ s² = kg (m/ s²) m * (1/kg m)

  4. Molwick como uma unidade de amor.

    Observe que N c/G é igual a um Molwick em valor e dimensões, ou seja, a unidade de amor definida na seção Reflexões sobre o amor.

    1 Molwick = 1 Mw = 4,49285 * 10+18 (1/kg m)

    Anteriormente, foi explicado que este valor vem do ajuste da Equação do Amor para a massa e o raio da Terra.

    Por serem ajustes entre massas e raios, não incorporam nenhuma unidade com respeito àquelas da equação que se enquadra, ou seja, a Equação do Amor: (1 / kg m)
    Em todo caso, os ajustes são estranhos, pois envolvem uma massa equivalente à energia eletromagnética do fóton emitido pelo átomo de hidrogênio e a massa da Terra de um lado e, de outro, a variação do raio igual ao espaço percorrido pela luz em um segundo ao raio da Terra.

    Outra aproximação da Equação do Amor do Enigma da Gravidade é obtida em [2] dividindo ​​em c²/t², onde c é o espaço percorrido pela luz em um segundo, mudando seu lado e multiplicando ambos os lados da equação por (r/c)² teremos:

    :

    M G² t²/c4 = h * R * N * (r/c

    Agora, sabendo que a Equação do Amor é:

    A = G t² / e4 = 1 amorcito = G/c4 = 8,26069 * 10-45 (1/kg m)

    Teremos que:

    M A G = h * R * N * (r/c

    A = (h/G) * (N R/M) * (r/c

    Ou resolvendo para R:

    R = A * (G / N h) * M / (r/c

    O que recoloca a constante de Rydberg, independentemente de sua fórmula original, em função da massa e do raio da Terra, do que definimos como Amor e das constantes físicas fundamentais G, h e c.

Em suma, o experimento Gigachron ou o Enigma da Gravidade mostra a relação entre a gravidade e a configuração elementar da energia. Esta relação, junto com a existência do Éter Global –estrutura reticular da matéria que suporta a gravidade ou energia potencial, energia cinética e massa, nos coloca diretamente no coração da Física Global; cujos aspectos mais populares serão, no caso dele, que o tempo não é relativo e o espaço não se curva nem se expande.

 

 

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