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MOLWICKPEDIA
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IV.3. Variabilidade genéticaUm dos motivos essenciais de discrepância entre a Teoria de Darwin e a Teoria Geral da Evolução Condicionada da Vida é a fonte ou origem de variabilidade genética, modificações do código genético ou deriva genética. Para a primeira, a origem da variabilidade genética é de caráter aleatório enquanto a segunda considera impossível, do ponto de vista lógico, que assim seja. Portanto, para a TGECV, essas modificações têm que ter um caráter dirigido e, consequentemente, uma finalidade.
Por outro lado, assinalar que a genética atual está interatuando no código genético do ADN sem saber as conseqüências que uma modificação do mesmo pode ter.
A regulação genética atual é algo parecido à modificação de um programa de computador sem conhecer a sua estrutura, nem as suas funções, nem a linguagem da sua programação na sua globalidade. Não é minha intenção exagerar em absoluto os riscos que a engenharia genética possa implicar, sem dúvida existem, mas penso que são realmente pequenos. Quando se modifica um programa, pode deixar de funcionar, mas é difícil criar um vírus informático por acidente. Com a variabilidade genética aleatória ou por acidente deveria ocorrer a mesma coisa, o novo ser seria inviável mas nada mais. Um tema diferente seria o desenho intencional de problemas genéticos tipo guerra bacteriológica. Do mesmo modo, é de supor que, quanto mais de conheça o funcionamento do ADN, mais fácil será chegar à certeza da impossibilidade de que sistemas tão complexos e perfeitos tenham surgido como conseqüência de uma variabilidade genética aleatória. Também tenho a impressão de que as variações na informação genética se continuam a considerar aleatórias porque não se conhecem as causas das mesmas nem a sua distribuição estatística concreta e não porque esteja demonstrado o seu caráter aleatório.IV.3.a) Conceito e definição de geneAo contrário da genética clássica, hoje é difícil dar uma definição de gene, o funcionamento do genoma é mais complicado do que pensavam os biólogos há muito poucos anos, Utilizarei o conceito de variabilidade genética ou modificações do código genético restringido no sentido de me referir àquelas modificações do código genético que se produzem nos genes que se transmitem à descendência ou recebem dos progenitores.Esta restrição é importante visto que, como sabemos, todas as células contêm o código genético inteiro do indivíduo. É possível que uma modificação genética tenha origem numa célula que não tenha funções reprodutivas, o conceito aqui utilizado incluirá estas modificações na medida em que acabem passando para o sistema reprodutor por qualquer método que possa existir. Logicamente, até à data não se admite a possibilidade de que nenhum método possa existir. Outro esclarecimento que convém realizar é a utilização da expressão “mudanças num gene” ou semelhantes, para fazer referencia a expressões do tipo “modificações do código genético ou informação genética a transmitir aos descendentes ou recebida dos progenitores”, evitando-se a sua repetição demasiadas vezes. Esta utilização prática evitar-se-á na medida do possível mas, por vezes, simplifica os raciocínios; inclusivamente vou utilizá-la para me referir a informação genética que poderia estar localizada em distintos genes, quando esta circunstancia não seja relevante.
Normalmente, tenemos la idea de información genética y variabilidad genética como algo muy complicado: la estructura molecular tridimensional del ADN, etc. Conviene, pues, señalar que el concepto aquí utilizado es perfectamente asimilable a otros conceptos mucho más comunes de la vida diaria y seguramente más útiles a la hora de seguir una argumentación más o menos compleja. A este efecto podemos citar algunos ejemplos:
IV.3.b) Classificação da variabilidade genéticaA variabilidade genética pode classificar-se a partir de vários pontos de vista; não tentarei, de forma nenhuma, ser exaustivo na sua classificação; o que se pretende é dar uma idéia das muitas possibilidades existentes na hora de classificar e mostrar as mais relevantes que me surgiram na análise da evolução.
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Mª José T. Molina
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